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Processo

Do mapeamento à
certificação.

Quatro fases estruturadas, critérios técnicos validados por instituições de pesquisa e um processo coletivo que valoriza saberes locais.

Fases do processo
01
Janeiro a Junho de 2025

Mapeamento e caracterização

Entrevistas em profundidade, grupos focais e visitas técnicas em todas as regiões de integração do Pará. Identificamos mulheres atuantes na bioeconomia, suas cadeias produtivas e seus desafios.

  • Mapeamento territorial em 6 regiões
  • Entrevistas semi-estruturadas
  • Grupos focais regionais
  • Visitas técnicas a comunidades
02
Julho a Dezembro de 2025

Critérios e indicadores

Construção coletiva dos critérios técnicos para concessão do selo, com painéis técnicos compostos por pesquisadoras de universidades parceiras e validação participativa com as próprias mulheres.

  • Painéis técnicos com universidades parceiras
  • Indicadores sociais, ambientais e econômicos
  • Validação participativa com as candidatas
  • Definição do regulamento do selo
03
Janeiro a Julho de 2026 · em andamento

Implementação e certificação

Concessão das primeiras certificações, lançamento da plataforma digital e do aplicativo de rede, criação do banco de dados público e início das cerimônias regionais de entrega.

  • Plataforma digital pública
  • Aplicativo de rede entre certificadas
  • Banco de dados aberto
  • Cerimônias regionais de entrega
04
Agosto de 2026 a Janeiro de 2027

Monitoramento e visibilidade

Acompanhamento das certificadas, eventos regionais de troca, evento estadual de premiação e consolidação do relatório de impacto, dando continuidade aos compromissos firmados na COP30.

  • Monitoramento contínuo das certificadas
  • Eventos regionais de articulação
  • Premiação estadual no Theatro da Paz
  • Relatório de impacto vinculado à COP30
Critérios de avaliação

O que é avaliado para receber o selo.

Sustentabilidade ambiental

Práticas produtivas que conservam a floresta em pé, manejam recursos naturais de forma responsável e reduzem impactos ambientais.

Equidade e protagonismo

Liderança feminina efetiva na cadeia produtiva, na gestão coletiva ou na representação comunitária.

Geração de renda local

Impacto econômico direto em famílias e comunidades, com circulação local de recursos e cadeias curtas.

Inovação social

Tecnologias sociais, organização coletiva, novos modelos de governança e soluções adaptadas ao contexto amazônico.

Saberes tradicionais

Valorização de conhecimentos ancestrais, indígenas, quilombolas e ribeirinhos como ativos legítimos de inovação.

Articulação institucional

Capacidade de diálogo com instituições, políticas públicas e mercados — em rede, sem perder a autonomia.

Benefícios

O que o Selo oferece a quem recebe.

  1. 01

    Certificação institucional

    Reconhecimento formal vinculado à UFRA e parceiros.

  2. 02

    Visibilidade pública

    Perfil na vitrine digital, banco de dados aberto e materiais de divulgação.

  3. 03

    Rede de articulação

    Conexão com outras certificadas via aplicativo e eventos regionais.

  4. 04

    Acesso a oportunidades

    Editais, feiras, mercados institucionais e prioridade em ações de fomento.

  5. 05

    Capacitação técnica

    Oficinas, cursos e mentorias com pesquisadoras das universidades parceiras.

  6. 06

    Kit de identidade

    Material gráfico, troféu de certificação e produtos institucionais.

Valor para quem participa

Um selo de confiança para toda a cadeia.

Para as empreendedoras

Selo de confiança que abre portas, melhora o posicionamento de marca, facilita o diálogo com compradores e amplia redes de apoio e financiamento.

Para compradores e parceiros

Identificação simples de fornecedoras alinhadas à responsabilidade socioambiental e à equidade — reduzindo risco e aumentando a aderência a políticas ESG.

Para o poder público

Instrumento de política pública capaz de orientar editais, compras e programas de apoio com critérios de integridade e de impacto local.

Governança e integridade

Não é um carimbo — é um caminho.

A governança do Selo Amazônia Mulher combina rigor metodológico, participação social e transparência: critérios objetivos, verificação documentada, registro das etapas e publicização dos resultados garantem credibilidade.

Ao mesmo tempo, os processos de escuta e formação asseguram que o selo não seja apenas um carimbo, mas um caminho de fortalecimento contínuo das iniciativas. O arranjo entre UFRA, FAPESPA, Secretaria das Mulheres e Governo do Pará reforça a integridade técnica e a capacidade de escala.

Inscrições

Sua história pode estar na próxima vitrine.

Indicações e candidaturas estão abertas durante a Fase III.

Candidatar-se → Indicar uma mulher